Eu sou controlada pelo medo. Medo que nasce em minha alma e se transforma em ansiedade que sai do meu corpo. A pele que está vermelha de tanto coçar e a cabeça que está pesada de tanto pensar. Poderia trazer conectivos para melhorar a leitura, mas é assim que a ansiedade e o medo agem: de tópico em tópico sem alguma conexão com o pensamento sensato. Gostaria de poder escrever sem o medo do futuro, mas como posso me tornar alguém se não sei quem sou.
Há poesia no mais insensatos dos pensamentos. Tem-se beleza no mais profundos surtos da alma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário