Essa voz é meu subconsciente que age mais em primeiro plano do que a consciência em si. Ela desfaz meus planos, não acredita das minhas capacidades e não sabe meu valor. Ela me diminui a cada tentativa e me menospreza a cada erro.
Ela não tem aparência física ou qualquer característica. Ela é o mal que vive dentro de mim. Ela me compara, me distorce e se torna mais forte. Sua alimentação vem da minha tristeza, das profundas lágrimas que percorrem meu rosto quando ela percebe que conseguiu mais uma vez: me desmerecer a ponto de eu querer me desviver.
Gostaria de poder me afastar, mas não posso. Não há como desligar ela da minha cabeça. Ela é a junção de tudo.
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